segunda-feira, 15 de abril de 2019

Tópicos importantes para a construção da Proposta Pedagógica Escolar


Barueri, 15 de abril de 2019


Proposta Pedagógica Escolar


1) Introdução

1.1) Legislação
1.2) Patrono da Unidade Escolar
1.3) Planta da Escola / Espaço físico
1.4) Calendário Escolar
1.5) Significado da Proposta Pedagógica para a comunidade escolar
1.6) Intenção da Proposta Pedagógica - QUALIDADE

2) Diretrizes

2.1) Constituição
2.2) LDB
2.3) Regimento Interno
2.4) Grade Curricular

3) Identidade da Escola

3.1) Descrição da Comunidade
3.2) Descrição do Corpo discente
3.2.1) alunos matriculados
3.2.2) alunos promovidos pelo conselho
3.2.3) alunos retidos
3.2.4) alunos com necessidades especiais
3.2.5) alunos com adequação de horário
3.2.6) alunos acompanhados pelo AEE
3.3) Características do público alvo
3.3.1) Características socioeconômicas
3.3.2) Programas sociais (ex.: bolsa-família)
3.3.3) Estrutura familiar

4) Justificativa

4.1) Proposta da Escola
4.2) Metas da Escola
4.3) Objetivos Comuns

5) Personalidade da Escola

5.1) Gestão
5.2) Corpo docente
5.3) Secretaria
5.4) Inspetores e Cuidadores
5.5) Merendeiras
5.6) Serviço geral

6) Objetivos

6.1) Geral
6.2) Direção
6.3) Coordenação
6.4) Orientação Educacional
6.5) AEE

7) Planejamentos

7.1) Ensino Fundamental I
7.2) Ensino Fundamental II
7.3) AEE

8) Projetos

8.1) Permanentes (Secretaria de Educação)
8.2) Unidade Escolar (Festas e visitas culturais)
8.3) Interdisciplinares (atividades e mostras culturais)
8.4) Individuais (atividades diferenciadas)

9) APM

9.1) Objetivos
9.2) Funcionamento
9.3) Desenvolvimento
9.4) Cronogramas
9.5) Membros

10) Avaliação

10.1) Instrumentos
10.2) Processos de Avaliação
10.3) Ações Coletivas
10.4) Ações Individuais

11) Anexos

11.1) Estatísticas
11.2) Gráficos
11.3) Fotografias

12) Bibliografia




Claudemir Oliveira Ribeiro
Professor de Língua Portuguesa
Psicopedagogo Institucional e Clínico


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

A articulação do Texto

Todos os especialistas que se fundamentaram na explicação do texto se depararam em um objetivo: provar que um texto se forma a partir de um todo. É muito importante entender que o valor de cada elemento presente no texto depende não só de sua forma (estrutura) mas também do seu papel e da relação de palavras com palavras. Podemos dizer que esse conjunto de palavras se compara a uma colcha de retalhos. Isolados não tem poder, porém costuradas são capazes de causar grandes problemas.
A partir dessa lógica, é necessário uma tentativa deu agrupar e colocar em ordem as orações coordenadas - orações independentes entre si. Essa relação em níveis podem ser classificados em estrutura sintática e organização semântica.
Muitos pontos da articulação de um texto, um com mais ênfase e, outro, com menos ênfase, mas sempre levando em consideração a ideia da autora: Articulação textual: explorar procedimentos linguísticos, elementos discursivos, fatores que indicam conexão, reflexão, relação de causa e efeito e coerência e coesão. Tudo ocorrendo ao mesmo tempo sem organizações didáticas e cumprindo uma função.
Ao se escrever um texto é de suma importância:cumprimento de uma função, explicação cabível no sistema articulatório, amostras de procedimentos de construção, cuidado extra com o discurso.
Se observarmos um texto observando apenas as palavras aleatórias, não encontraremos significado algum; no entanto, as palavras de formas intergradas (uma palavra completando outra palavra, uma frase completando outra frase, um período completando outro período, todos ordenados, formado um texto.
Para estudarmos todo esse trancados de palavras e ideias, estamos ligando os textos para dar origem constexto - situação - coerência.
Podemos observar assim que, do ponto de vista da superestrutura: os mecanismos de construção e articulação.



Baseado no livro de Elisa Guimarães


Professor Claudemir Oliveira Ribeiro
Professor de Língua Portuguesa
Psicopedagogo Institucional e Clínico

Poema "Drama", de Carlos Queiroz Telles

Drama

Eu que ela é como eu.
Afinal, a gente se conhece
desde o dia em que nasceu.
Pai vizinho, mãe comadre,
mesma rua, mesma infância,
mesma turma, mesma escola.

Eu sei que ela é como eu.
Brinquedos  e jogos iguais,
passeios de bicicleta,
aventuras de quarteirão.
Repartidas descobertas,
segredos a quatro mãos.

Eu sei que ela é como eu.
Eu sei também, por saber
de ideia e de coração,
que por mais que ela disfarce
gosta de mim pra valer,
não como amiga ou irmã.

Então porque (eu pergunto)
faz de conta não querer
ser minha namorada?

Sendo assim tão como eu
não é justo me trocar
por um idiota grandão,
só porque eu não sou mais velho
do que a nossa emoção.


(Carlos Queiroz Telles)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

O escritor "Leonardo Da Vinci"


Leonardo Da Vinci





Leonardo da Vinci nasceu em 1452 e morreu em 1519. Foi um pintor italiano muito famoso – autor da “Mona Lisa”, uma de suas obras notórias Renascentista.


Nasceu em uma pequena aldeia, na Florença, Itália, em 15/04. Era menino quando começou a desenhar e pintar e com 16 anos passou a trabalhar com Boticelli, como aluno do pintor e escultr Andrea del Verrochio.



O primeiro trabalho importante do aprendiz foi uma parte da tela “O Batismo de Cristo”, de Verrocchio, quando pintou os anjos e a paisagem à esquerda do quadro.
Se você quer saber mais sobre o artista, não deixe de ler "Leonardo da Vinci e suas obras: uma viagem pela vida do mestre". 

Algumas obras de Leonardo da Vinci:
·         O Batismo de Cristo (anjos e paisagens),1475
·         A Anunciação, 1475
·         Ginevra de Benci, 1476
·         Virgem Benois, 1478
·         A Vígem de Granada, 1480
·         A Virgem do Cravo, 1480
São Jerônimo, 1480

Todos conhecemos Leonardo Da Vinci principalmente como pintor, mas não podemos deixar de citá-lo como escultor, arquiteto, cientista e, também, ESCRITOR! Vamos conhecer uma de suas obras como ESCRITOR por meio da fábula “A Água”.




A Águia



Certo dia, uma águia olhou para baixo, do alto do seu ninho, e viu uma coruja.

“Que estranho animal!” - Pensou consigo mesma. “Certamente não se trata de um pássaro.”

Movida pela curiosidade, abriu suas grandes asas e pôs-se a descer voando em círculos.

Ao aproximar-se da coruja, perguntou:

“Quem é você? Como é seu nome?”

“Sou a coruja.” - Respondeu o pobre pássaro, em voz trêmula, tentando se esconder atrás de um galho.

“Como você é ridícula!” - Riu a águia, sempre voando em torno da árvore.“Só tem olhos e penas! Vamos ver”, acrescentou, pousando num galho, “vamos ver de perto como você é. Deixe-me ouvir sua voz. Se for tão bonita quanto sua cara vou ter que tapar os ouvidos.”

Enquanto isso, a águia tentava, por meio das asas, abrir caminho por entre os galhos para apanhar a coruja.

Porém, um fazendeiro havia colocado, entre os galhos da árvore, diversos ramos cobertos de visgo, e também espalhara visgo nos galhos maiores.

Subitamente, a águia se viu com as asas presas à árvore e, quanto mais lutava para se desvencilhar, mais grudadas ficavam suas penas.

A coruja lhe disse:

“Águia, daqui a pouco o fazendeiro vai chegar, apanhar você e trancá-la numa grande gaiola. Ou talvez a mate para vingar-se pelos cordeiros que comeu.Você, que passou toda a sua vida no céu, livre de qualquer perigo, tinha alguma necessidade de vir até aqui para caçoar de mim?”







segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Letramento e alfabetização e uma escritora autodesafiadora.

Segundo seu livro, podemos destacar Leda Verdiani Tfouni uma mulher com os pensamentos no futuro que vivemos hoje em sala de aula. Em 1982, a escritora em seu livro "Letramento e alfabetização" preocupa-se com um novo olhar para explicar a aquisição da língua escrita - algo desafiador. Para isso, a autora, em seu livro, parte não mais do ensino da língua para as crianças em período escolar de alfabetização; agora, faz um desafio a si mesma em descrever esse processo de aquisição da língua escrita com pessoas que possuem um conhecimento amplo de mundo, porém que desconhecem tais símbolos (que para eles, adultos e não-alfabetizados, estariam tão distantes).
A autora se desafia quando seus anseios se voltaram em descrever como se davam as práticas da leitura e da escrita por indivíduos que, no decorrer da vida, tiveram esse privilégio roubado pelas mais diversas situações socioculturais.
Ao meu ver, na obra "Letramento e Alfabetização", a autora faz um trajeto com olhar peculiar aos adultos não-alfabetizados que compunham desde uma pequena comunidade até ao grupo que compunham a sociedade, mas sem uma literatura infantilizada; trazia uma visão com base nas experiências.
Observa-se na obra em destaque uma preocupação com a relação do uso da escrita e aqueles que não sabiam ler e escrever. Foi a partir dessas observações e tentativas de descrevê-las ou saná-las que fomos presenteados com um novo olhar para a aquisição da língua escrita: Letramento.
Especialistas das áreas voltadas ao estudo da leitura e da escrita e suas peculiaridades não podem deixar de conhecer as reflexões feitas por L. V. Tfouni que são temas de críticas, reflexões e caminhos para uma prática totalmente contemporânea.


Vale a pena conhecer as reflexões contidas na obra de L. V. Tfouni e enriquecer seu olhar quanto o assunto que é atual até os nossos dias.


Claudemir Oliveira Ribeiro
Professor de Língua Portuguesa
Psicopedagogo Institucional e Clínico

domingo, 27 de janeiro de 2019

A importância da coesão e coerência textuais

Foi na década de 60 que os estudiosos da Língua, principalmente na Alemanha, iniciaram a observar a construção do texto e seu funcionamento com uma atenção mais peculiar. Essa prática deu destaque à Linguística Textual.
A Gramática em sua abrangência deixou algumas lacunas, algumas falhas em alguns fenômenos como, por exemplo, a referência, a definição, as relações entre os termos ligados pelas conjunções, a ordem da palavras ao escrevermos uma ideia, a entoação de voz ao se expressar um sentimento, o uso adequado dos verbos na linguagem falada ou escrita etc. Todos estes fenômenos passaram a ser observados, analisados e descritos dando um valor ao texto que, talvez no passado, não fosse tão especial. Assim, de um modo tão único, tentou-se explicar o contexto situacional no texto.
O texto deve ser observado além de simplesmente as frases que o compõem, é importante observar sua produção e a compreensão que parte da parte do leitor ou do falante. Isto é o que chamamos de competência textual, ou seja, a habilidade que indivíduo adquire de construir o seu texto particular escrito ou falado.
Todos somos falantes de uma língua (hoje se estende também às libras - linguagem de sinais) e, falando,escrevendo ou sinalizando, podemos diferenciar um texto coerente de um texto incoerente. Isto estende-se ao falante e ao escritor de outras línguas conforme sua natureza.
Todo individuo ao falar uma língua é capaz de ouvir ou ler um texto, recontar o texto lido, produzir um novo texto, parafrasear um texto, construir o título de um texto qualquer. Tudo isto é possível pelo seu conhecimento de uma língua adquirido desde seu nascimento e aprimorado em suas vivências de mundo, que podemos definir como competência linguística e competência textual. É na convivência com a língua que cada indivíduo de um modo muito particular, obedecendo cada um ao seu tempo, que se desenvolve habilidades particulares para se servir e elaborar seu texto.
Podemos assim dizer que nossa produção linguística se dá desde nosso nascimento até nossos dias atuais, se enriquecendo, se aprimorando e construindo novos conceitos; não sendo um aglomerado de palavras aleatórias e sim com palavras interligadas entre si pelo seu significado e função na frase. Sendo assim define-se:
"texto em sentido amplo, designando toda e qualquer manifestação da capacidade textual do ser humano (uma música, um filme, uma escultura, um poema etc.), e, em se tratando de linguagem verbal, temos o discurso, atividade comunicativa de um sujeito, numa situação de comunicação dada, englobando o conjunto de enunciados produzidos pelo locutor (ou pelo locutor e interlocutor, no caso dos diálogos) e o evento de sua enunciação" (Fávero e Kock, 1983, p. 25).
Todo nosso pensamento, todo nosso sentimento, todas as nossas experiências são registrados e para serem divididos com outros indivíduos do nosso convívio é necessário comunicação, que o discurso se manifeste seja pela fala ou pela escrita de forma significativa para o locutor e para o interlocutor. Essa manifestação elaborada exige (e acontece forma inconsciente) a construção de um texto.
Se observarmos este próprio texto como foi escrito e prestarmos atenção na compreensão que tivemos quanto nosso papel de leitor, houve a necessidade de contextualização, coesão, coerência, informação, intenção, etc.
Poderemos conhecer muito mais sobre a compreensão do texto, sua construção e intencionalidade buscando mais conhecimento sobre "Coerência e Coesão textuais" de L. L. Fávero.



Boa Pesquisa! Boa Leitura! Bom aprendizado!

Claudemir Oliveira Ribeiro
Professor de Língua Portuguesa
Psicopedagogo Institucional e Clínico

O TEXTO E SUAS MODALIDADES

DEFINIÇÃO DO TERMO TEXTO - Texto designa um enunciado qualquer, oral ou escrito, longo ou breve, antigo ou moderno. - Concretiza-se...